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Doenças do Fígado

por Laboratórios Germano de Sousa, em 21.01.15

Doenças Hepáticas

O estudo do fígado – Bilirrubina

 

A Bilirrubina é uma substância amarelada produzida pelo fígado que existe em grandes concentrações  na bílis, passando uma percentagem em concentração muito menor no plasma sanguíneo até ser eliminada na urina.

A análise clínica à Bilirrubina visa diagnosticar e/ou controlar doenças hepáticas, como a cirrose, hepatite ou tumores biliares. O médico assistente pode solicitar a determinação da Bilirrubina conjuntamente com outras análises clínicas, nomeadamente Fosfatase Alcalina, Aspartato Aminotransferase (AST) e Alanina Aminotransferase (ALT) quando um doente apresenta sinais de função hepática anormal.

Níveis elevados de Bilirrubina no sangue são geralmente indício de problemas no fígado, ou na vesícula biliar, indicando que existe um aumento da sua produção ou que o fígado não é capaz de eliminar a Bilirrubina corretamente devido ao bloqueio dos canais biliares ou motivado por doenças hepáticas como cirrose, hepatite aguda, problemas hereditários com o metabolismo da bilirrubina ou abuso excessivo de álcool durante um longo período de tempo.

Doenças hereditárias como Síndrome de Gilbert, Rotor, Dubin-Johnson, Crigler-Naijar, que causam um anormal metabolismo da Bilirrubina, também podem justificar o aumento dos níveis no sangue desta substância.

Níveis baixos de Bilirrubina não constituem motivo de preocupação para o paciente, pelo que não requerem qualquer acompanhamento.

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publicado às 15:45


2 comentários

De Anabela a 26.01.2015 às 23:39

Quais os níveis considerados altos e baixos para a Bilirrubina?

De Laboratórios Germano de Sousa a 30.01.2015 às 15:27

Boa tarde,

Muito obrigado pelo seu post.

A Bilirrubina Total os Vrefª para homens e mulheres adultos: 0,2-1,0 mg/dl.

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Número Verde

800 209 498


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Médico Responsável:Dr. José Germano de Sousa

germano Nasceu em Lisboa em 1972. É Médico pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa desde 1997. Fez os seus Internatos no Hospital dos Capuchos (Internato Geral) e no Hospital Fernando Fonseca (Internato da Especialidade). É especialista em Patologia Clínica pela Ordem dos Médicos desde 2001 e é atualmente Assistente Graduado de Patologia Clínica do Serviço Patologia Clínica do Hospital Fernando Fonseca (Amadora Sintra) onde é o chefe da secção de Biologia Molecular Possui uma pós Graduação em Gestão de Unidades de Saúde pela Universidade Católica Portuguesa. Foi Assistente de Patologia Geral e de Semiótica Laboratorial nos Cursos de Técnicos de Análises Clínicas e Curso de Médicos Dentistas do Instituto Egas Moniz.Exerce desde 2001 a sua atividade privada, sendo desde Julho de 2004 responsável pela gestão dos Laboratórios Cuf e Clínicas Cuf para a área de Patologia Clínica. Tem várias comunicações e publicações sobre assuntos da sua especialidade


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