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Teste de diagnóstico da COVID-19 por amostra de saliva

por Laboratórios Germano de Sousa, em 14.04.21

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Dando continuidade ao compromisso ético para com a população portuguesa e apoiando o Sistema Nacional de Saúde no combate ao SARS-CoV-2, o Grupo Germano de Sousa passa agora a disponibilizar o teste de diagnóstico da COVID-19 por amostra de saliva.

A saliva é uma boa amostra biológica para o diagnóstico laboratorial da COVID-19, dado que as partículas de SARS-CoV-2 na saliva podem resultar da migração de células infetadas do tratorespiratório inferior e superior ou de infeção da cavidade oral, principalmente da língua.

Para a realização deste teste é facultado um kit individual que contém um tubo para onde o paciente deve expelir saliva para dentro do recipiente. É assim um teste pouco invasivo e bastante simples no que respeita à recolha da amostra, o que se torna bastante útil no caso de pacientes mais sensíveis ao recurso da zaragatoa, como idosos e crianças. O procedimento também diminui risco de disseminação de gotículas, contribuindo para a segurança de todos. Constitui uma solução acessível que permite a identificação rápida de casos ativos evitando a disseminação doSARS-CoV-2. Mantem a mesma técnica de análise do teste molecular (RT-PCR) e numa única amostra é possível detetar a presença do vírus, identificar as estirpes e dosear a presença de anticorpos.

Numa altura em que a testagem em massa é fulcral para gerir o desconfinamento, estes testes têm elevada aplicabilidade em rastreios em escolas, aeroportos, lares e nos locais com maior risco de transmissão em meio laboral. Este teste de diagnóstico com recurso a uma amostra de saliva pode aumentar significativamente a capacidade de testagem da população.

Numa primeira fase, este teste pode ser realizado nos Centros COVID-19 do Grupo Germano de Sousa, cuja listagem pode ser consultada em: https://www.germanodesousa.com/postos-de-colheita/?servico=covid-19#pesquisa, sendo posteriormente disponibilizado em todos os postos de colheita do grupo de Norte a Sul do País.

Reforçamos assim o nosso compromisso no acompanhamento contínuo dos desafios e evolução nas áreas da Patologia Clínica e Análises Clínicas em inovação, qualidade e rigor, colocando à disposição da população portuguesa e dos médicos esse conhecimento.

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publicado às 13:17

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Portugal registou durante o mês de Janeiro p.p. um aumento de casos confirmados de SARS-CoV-2 (COVID19), chegando a atingir valores recorde, inclusivamente de óbitos.

A disseminação acentuada da COVID19 nessas semanas está associada ao aumento dos contactos estabelecidos nas duas épocas festivas no final do ano, ao surgimento da nova variante inglesa do coronavírus, que está a preocupar a comunidade científica, porque se acredita que pode ser mais contagiosa e está já a ser identificada em diversos casos, mas é muito importante frisar que o crescente recurso aos testes de antigénio que se tem vindo a verificar pode contribuir ainda mais para esta disseminação do SARS-CoV-2.

O desempenho destes testes depende muito do contexto clínico e epidemiológico, em que são utilizados, sendo recomendada ponderação e reserva na sua utilização em casos sem critérios clínicos e epidemiológicos. Devem ser usados até ao quinto dia de sintomas, nos hospitais onde não exista testes PCR (teste molecular) e em surtos concretos, onde é preciso isolar os casos positivos de forma rápida.

Têm uma sensibilidade mais baixa do que os testes PCR e, portanto, a probabilidade de obter resultados falsos negativos é maior. Um resultado negativo nesta tipologia de teste não permite excluir, por si só, uma infeção pelo SARS-CoV-2. O resultado negativo tem de ser avaliado junto com a restante informação clínica e com o enquadramento epidemiológico de cada pessoa e deve ser realizado um teste PCR.

Tem-se assistido a uma utilização generalizada e por vezes sem controlo dos testes de antigénio, em empresas, escolas e até mesmo por parte de famílias, pois surge aquela ansiedade de realizar um teste com “resultado rápido” e que as descanse para contactos com familiares, colegas, criando assim esta "falsa sensação de segurança" e que em muitos casos gera contágios e a disseminação do SARS-CoV-2.

O teste PCR continua a ser o teste de diagnóstico de eleição. É um teste molecular que pesquisa ácido ribonucleico (RNA) do genoma do vírus SARS-CoV-2. A amostra, recolhida através de exsudado nasal obtido por zaragatoa segue para laboratório e os resultados são conhecidos num prazo de 48 horas. É um teste 100% exato e apenas funciona na sua totalidade a partir do terceiro dia de uma possível infeção, dado que só após o período de incubação é que o vírus realiza cinco a dez cópias por microlitro de sangue, o suficiente para que a sua ação no organismo se torne detetável. Os falsos positivos são raros e a taxa de falsos negativos é muito inferior à dos testes de antigénio.

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publicado às 15:15

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Os testes de pesquisa de antigénio desenvolvidos para o diagnóstico do SARS-CoV-2 (doença de COVID-19), são testes maioritariamente imunocromatográficos que detetam proteínas específicas do vírus SARS-CoV-2, produzidas pelo vírus replicante no trato respiratório.

Realizados através da colheita de amostras do trato respiratório (normalmente, exsudado da nasofaringe) que não necessitam de ser submetidas ao processo de extração de ácidos nucleicos, permitem a obtenção de resultados num período de tempo curto (entre 10 a 30 minutos) sendo na maioria dos casos de leitura visual ou de leitura ótica em equipamento portátil.

Os testes de antigénio têm muito pouca sensibilidade e aplicabilidade quando comparados com o teste molecular PCR, o teste de eleição e 100% fiável no despiste do SARS-CoV-2. Só têm aplicação em pessoas com sintomas ativos (devem ser utilizados nos primeiros 5 dias), não vão despistar nem podem ser utilizados em pessoas assintomáticas, dado que os assintomáticos não produzem cópias virais suficientes para que o teste acuse um contágio.

Tendo em consideração o baixo custo destes testes e o resultado rápido, de forma a despistar uma febre e tosse de um caso positivo podem por exemplo ser utilizados em escolas, creches, fábricas e lares, percebendo se o indivíduo pode frequentar a escola ou permanecer no local de trabalho. No hospital em que um doente chegue mesmo com sintomas como febre e tosse e com todo um síndrome respiratório alto, se não houver a possibilidade de fazer um teste PCR para que em 40 minutos seja obtido um resultado fiável, então aí sim pode-se recorrer a um teste de Antigénio e até mesmo para na entrada dividir doentes COVID de não COVID.

Em caso de resultado negativo e nas situações de elevada suspeita clínica da presença da doença COVID-19 e seguindo as orientações da Direcção Geral de Saúde deve ser realizado um teste confirmatório PCR, no máximo nas 24 horas seguintes, pois o paciente pode estar positivo e contribuir para a propagação da doença.

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publicado às 12:35

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Os laboratórios do Grupo, geridos inteiramente por Médicos Patologistas Clínicos portugueses, conciliam todas as áreas da medicina laboratorial, como Patologia Clínica, Anatomia Patológica, Genética Laboratorial e Patologia Molecular.

Desde o início empenhado no combate à pandemia, o Grupo honra o seu compromisso ético para com os portugueses: dar resposta à necessidade de testagem em larga escala de norte a sul do país, apoiando o Sistema Nacional de Saúde e envidando todos os esforços no combate ao Coronavírus.

Esta atuação por parte do Grupo, criando uma barreira e uma defesa contra a Covid-19, é suportada pela dedicação de uma equipa de mais de 1.300 colaboradores profissionais qualificados e focados, 24 horas sobre 24 horas de serviço contínuo dos laboratórios, incremento de recursos humanos e equipas, investimento contínuo em equipamento de última geração, capacidade de gestão e procedimentos, bem como uma adaptação rápida e eficiente, permitindo ao Grupo Germano de Sousa instalar mais de 150 de postos Covid por todo o país e enfrentar a pandemia a nível nacional.

Apesar deste ser um marco importante, a notícia não surge em jeito de celebração. Surge, sim, como uma responsabilidade acrescida por parte do Grupo Germano de Sousa em manter este apoio incondicional aos portugueses no combate à Covid-19. Como refere o Professor Germano de Sousa, “Até hoje, fizemos 1 milhão de testes SARS COV2 PCR e os portugueses são as 10 milhões de razões que temos para continuar no nosso posto. Este marco serve apenas para nos dar força e sentido de responsabilidade.»

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publicado às 13:00

 

 

 

A atribuição do Prémio Saúde Sustentável no critério de avaliação Impacto Populacional assenta na participação do Grupo Germano de Sousa na testagem em grande escala da população desde as fases iniciais da pandemia, na rapidez e qualidades desses mesmos métodos de diagnóstico e respetiva articulação com as autoridades de saúde, bem como o profissionalismo e o zelo dos mais de 1000 profissionais especializados envolvidos.

O grupo manteve ainda todos os postos de trabalho do laboratório, apesar do fecho da maioria dos 450 postos de colheita em todo o país. Todo este envolvimento e compromisso do Grupo Germano de Sousa tornou possível:

  • A realização de mais de 437.000 testes, o que correspondeu a 14,52% da testagem nacional;
  • Tempo médio de resposta para os testes 21h34m;
  • Taxa de positividade de 6,14%, representando 26,70% de todos os positivos detetados a nível nacional;
  • Postos COVID-19 em 64 concelhos do país com 169 postos de colheita
  • 61 centros de COVID-19, em articulação com Câmaras Municipais, ARS e hospitais públicos e privados
  • 9.000 testes realizados em lares de idosos;

O reconhecimento através da atribuição deste prémio reforça o compromisso do Grupo Germano de Sousa no acompanhamento contínuo dos desafios e evolução nas áreas da Patologia Clínica e Análises Clínicas em inovação, qualidade e rigor, colocando à disposição dos médicos e da população esse conhecimento

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publicado às 11:28

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A capacidade de resposta do Grupo Germano de Sousa à Pandemia de COVID-19 viu o seu esforço reconhecido pela atribuição do Prémio Saúde Sustentável, no critério de avaliação Impacto Populacional, uma iniciativa do Jornal de Negócios e da Sanofi, que, ao longo das 8 edições realizadas, tem divulgado e incentivado boas práticas para a sustentabilidade da saúde em Portugal.

A atribuição do Prémio Saúde Sustentável no critério de avaliação Impacto Populacional assenta na participação do Grupo Germano de Sousa na testagem em grande escala da população desde as fases iniciais da pandemia, na rapidez e qualidades desses mesmos métodos de diagnóstico e respetiva articulação com as autoridades de saúde, bem como o profissionalismo e o zelo dos mais de 1000 profissionais especializados envolvidos.

O grupo manteve ainda todos os postos de trabalho do laboratório, apesar do fecho da maioria dos 450 postos de colheita em todo o país. Todo este envolvimento e compromisso do Grupo Germano de Sousa tornou possível:

  • A realização de mais de 437.000 testes, o que correspondeu a 14,52% da testagem nacional;
  • Tempo médio de resposta para os testes 21h34m;
  • Taxa de positividade de 6,14%, representando 26,70% de todos os positivos detetados a nível nacional;
  • Postos COVID-19 em 64 concelhos do país com 169 postos de colheita
  • 61 centros de COVID-19, em articulação com Câmaras Municipais, ARS e hospitais públicos e privados
  • 9.000 testes realizados em lares de idosos;

Os Laboratórios do Centro de Medicina Laboratorial Germano de Sousa são uma referência a nível Nacional nas áreas da Patologia Clínica e Análises Clínicas em inovação, qualidade e rigor. Com cerca de 450 pontos de colheita em todo o país, o grupo tem investido continuamente no desenvolvimento científico e tecnológico, de forma a estar sempre na linha da frente do diagnóstico laboratorial e é notório o seu contributo para o sector da saúde em Portugal.

O reconhecimento através da atribuição deste prémio reforça o compromisso do Grupo Germano de Sousa no acompanhamento contínuo dos desafios e evolução nas áreas da Patologia Clínica e Análises Clínicas em inovação, qualidade e rigor, colocando à disposição dos médicos e da população esse conhecimento.

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publicado às 16:22


COVID-19 ou Gripe sazonal?

por Laboratórios Germano de Sousa, em 13.10.20

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Painel Respiratório auxilia médicos na distinção das infeções

A disseminação Mundial do vírus SARS-CoV-2 (doença de COVID-19) tem colocado continuamente sobre enorme pressão os serviços de saúde a nível global. A transmissão pessoa a pessoa foi confirmada, mas a investigação prossegue para determinar perfis mutacionais, compreender se os anticorpos conferem alguma imunidade e analisar os diferentes quadros clínicos após a exposição ao vírus, ligados à genómica de cada doente.

Em Portugal, já foram declarados mais de 2000 óbitos por doença de COVID-19. No atual contexto em que ainda é elevado o número de casos positivos de SARS-CoV-2 no nosso país e com o regresso à normalidade por parte da população no que respeita às rotinas de trabalho e atividade escolar, a época da gripe vem criar novos desafios, em que as infeções gripais tipicamente comuns podem ser confundidas com o vírus de SARS-CoV-2, dada a sintomatologia semelhante.

O Painel Respiratório Biofire com 23 Alvos (19 vírus e 4 bactérias) que permite diferenciar a infeção por SARS-CoV-2 de outras infeções respiratórias sazonais integra o conjunto de testes que diariamente o Grupo Germano de Sousa disponibiliza à população nos seus postos de colheita. 

O Painel Respiratório Biofire fornece a resposta clínica em 24h após a sua realização. Executado de forma simples e rápida, através de zaragatoa nasofaríngea, despista 23 Alvos (19 vírus e 4 bactérias), apresentando uma sensibilidade global de 97,4% e uma especificidade de 99,4%. Despista a presença de SARS-CoV-2 ou outros vírus como o adenovírus, coronavírus 229E, HKU1, NL63, OC43, síndrome respiratória por coronavírus do médio oriente (MERS-CoV), metapneumovirus hum, rinovírus/enterovirus h, influenza A, A/H1, A/H3, A/H1 – 2009, B e parainfluenza 1,2,3 e 4. No que respeita a bactérias, despista a presença de bordetella pertussis e parapertussis, chlamydia pneumoniae e mycoplasma pneumoniae.

Assim, a patologia clínica vem dar resposta ao que clinicamente não é possível distinguir e nos casos clínicos negativos para SARS-CoV-2, saber qual o vírus/bactéria que está a causar aquele quadro clínico, assegurando um diagnóstico correto e de confiança, num período de tempo clinicamente relevante e um tratamento mais eficaz para o doente.

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publicado às 20:19

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Centro de Medicina Laboratorial GERMANO DE SOUSA assumiu a responsabilidade de realizar a vertente laboratorial deste inquérito serológico, graças ao apoio fundamental  da Fundação Francisco Manuel dos Santos, com a colaboração da Pordata e da organização da CTrial. A intervenção do Grupo Germano de Sousa neste inquérito de larga escala, consiste na realização de testes serológicos à população nacional nos postos de colheita distribuídos de norte a sul do país.

O estudo decorre entre atualmente até 7 de Outubro, em 102 municípios de Portugal continental e ilhas e o Grupo Germano de Sousa irá assegurar a realização dos testes serológicos, em 314 dos seus postos de colheita, a uma amostra de 12 mil voluntários, distribuídos pelas diferentes regiões e grupos etários. Os resultados obtidos nos nossos laboratórios  serão depois apresentados ao País pelo IMM - Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes.

O contexto difícil e exigente que vivemos, do ponto de vista sanitário, social e económico, resultante da propagação da COVID19 requer o envolvimento de todos. A realização dos testes serológicos, a partir de uma amostra de sangue periférico, vem determinar a proporção da população portuguesa que foi exposta ao vírus SARS-CoV-2 (quer tenha manifestado ou não sintomas) e que desenvolveu anticorpos, permitindo estimar a prevalência da infeção no nosso país.

A participação da população é de extrema importância, dado que a informação sobre a taxa de seropositividade contra o SARS-CoV-2 na população portuguesa é ainda escassa, tornando a informação obtida fulcral para auxiliar o país e a comunidade científica a ultrapassar a presente situação. Os 12 mil voluntários poderão inscrever-se através do registo no website - www.painelcovid19.pt - ou entrar em contacto com a linha de apoio através do número 808 100 062.

A investigação clínica das várias classes de anticorpos vai permitir compreender melhor a doença, o que distingue biologicamente pacientes assintomáticos dos casos ligeiros aos quadros clínicos mais graves e no fim esclarecer que tipo de imunidade está a ser gerada, permitindo elaborar o retrato da COVID19 em Portugal. Assim, os resultados obtidos através do Painel Serológico Nacional assumem uma relevância imediata, que permitirá adotar decisões políticas no que diz respeito às medidas de contenção contra a COVID-19 e definir as medidas necessárias mais adequadas à retoma social e económica centrada na proteção de todos.

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publicado às 19:14


Teste MyPharmaGenes personaliza prescrição de medicamentos

por Laboratórios Germano de Sousa, em 24.08.20

germano-de-sousa-mpg1.jpgO Grupo Germano de Sousa, em parceria com a HeartGenetics, disponibiliza o MyPharmaGenes® PGx, um teste farmacogenético inovador e único na Europa, que fornece informação útil sobre a resposta do organismo a diversos medicamentos em 5 áreas terapêuticas - Psiquiatria, Gestão da Dor, Oncologia, Diabetes e Cardiovascular.

A variabilidade na resposta a medicamentos constitui uma grande preocupação de saúde pública. Mais de 90% dos medicamentos não são eficazes em mais de 50% dos pacientes e as variantes genéticas que afetam a absorção, distribuição, metabolismo, excreção e toxicidade dos medicamentos explicam cerca de 20 a 30% da variabilidade na resposta aos medicamentos entre indivíduos. A investigação em torno do genoma humano tem vindo a possibilitar uma prática clínica mais centrada no doente, incluindo a tomada de decisões com base na informação genética e molecular. A abordagem Farmacogenética é assim fundamental e o teste MyPharmaGenes® surge como uma peça fundamental para a implementação de uma medicina personalizada.

O teste MyPharmaGenes® PGx utiliza a tecnologia iPLEX MassArray que garante 99% de precisão e sensibilidade e analisa variantes genéticas associadas ao metabolismo e resposta a determinados medicamentos, cientificamente validados e com utilidade clínica comprovada. Avalia mais de 100 fármacos, 32 genes e 88 variantes genéticas e CNVs do CYP2D6 e estruturas híbridas, que são de grande importância para a definição correta de um fenótipo de paciente.

Como ferramenta de apoio à decisão clínica na identificação do fármaco mais seguro e efetivo permite prescrever dosagens mais adequadas de medicamentos, avaliar a resposta do paciente ao tratamento e evitar recções adversas a medicamentos. Foi desenvolvido para apoiar pacientes que estejam a iniciar terapêuticas, que não se encontrem a atingir os objetivos terapêuticos e/ou que experienciem efeitos adversos moderados a graves com a terapêutica atual e para qualquer indivíduo que procure informação acerca da sua predisposição genética na resposta a fármacos.

Na Grande Lisboa, o teste pode ser realizado na Sede e Laboratório Central do Grupo Germano de Sousa (Pólo Tecnológico de Lisboa), enquanto na zona Norte está disponível no Laboratório do Porto do Grupo Germano de Sousa (Trindade - Edifício Domus). O teste é suportado por uma WebApp interativa onde os pacientes podem gerir o seu próprio portfólio de medicamentos, registar medicamentos que provocaram efeitos adversos e obter informação sobre medicamentos que podem ou não ser recomendados com base na sua informação genética conhecida.

O Grupo Germano de Sousa reforça assim o acompanhamento contínuo dos desafios e evolução da Medicina a nível Mundial, em que as abordagens genéticas e genómicas estão a desempenhar um papel cada vez mais importante, colocando à disposição dos médicos e dos seus doentes esse conhecimento.

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publicado às 13:14

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Os nossos laboratórios disponibilizam FoodHealth, um recente e inovador teste da linha LifestyleGenomics, que se assume como uma ferramenta de apoio à definição de estratégias de saúde e bem-estar, de acordo com o perfil genético e bioquímico de cada indivíduo.

Assistimos a uma crescente procura por parte dos cidadãos de soluções para otimização do bem-estar e performance pessoal e para evitarem a doença e a investigação em torno do genoma humano tem vindo a possibilitar uma prática clínica mais centrada no doente, incluindo a tomada de decisões com base na informação genética e molecular.

O teste FoodHealth vem permitir uma gestão personalizada de saúde. O relatório das informações genéticas e bioquímicas surge como uma preciosa ferramenta na definição de planos de nutrição e de alterações de estilo de vida personalizados. O exame genético permite obter informação sobre como a predisposição genética influencia os parâmetros de composição corporal e metabólicos, o metabolismo de nutrientes, a definição de estratégias de saciedade, o ritmo de sono e a prática de exercício físico. O exame bioquímico revela a dinâmica do estado atual de saúde. A junção de todos estes dados – de três grandes áreas: corpo, dieta e hábitos - assegura a definição do plano personalizado.

A tecnologia utilizada para determinação dos resultados genéticos tem uma precisão superior a 99% e não existe uma idade mínima no que respeita aos dados genéticos. O relatório pode ser interpretado sem que exista um conhecimento específico na área da genética. No entanto, para a definição de uma estratégia nutricional, é importante que exista a intervenção de um profissional de saúde.

No atual contexto em que ainda é elevado o número de casos positivos de SARS-CoV-2 (Doença de COVID19), o teste FoodHealth é uma ferramenta para a prevenção da severidade da doença ao avaliar a componente genética e bioquímica de cada pessoa, permitindo a definição de um plano de nutrição e suplementação adequado e preventivo.

Os nossos laboratórios reforçam assim o acompanhamento contínuo dos desafios e evolução da Medicina a nível Mundial, em que as abordagens genéticas e genómicas estão a desempenhar um papel cada vez mais importante, colocando à disposição dos médicos e dos seus doentes esse conhecimento.

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publicado às 12:38


Número Verde

800 209 498


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Médico Responsável:Dr. José Germano de Sousa

germano Nasceu em Lisboa em 1972. É Médico pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa desde 1997. Fez os seus Internatos no Hospital dos Capuchos (Internato Geral) e no Hospital Fernando Fonseca (Internato da Especialidade). É especialista em Patologia Clínica pela Ordem dos Médicos desde 2001 e é atualmente Assistente Graduado de Patologia Clínica do Serviço Patologia Clínica do Hospital Fernando Fonseca (Amadora Sintra) onde é o chefe da secção de Biologia Molecular Possui uma pós Graduação em Gestão de Unidades de Saúde pela Universidade Católica Portuguesa. Foi Assistente de Patologia Geral e de Semiótica Laboratorial nos Cursos de Técnicos de Análises Clínicas e Curso de Médicos Dentistas do Instituto Egas Moniz.Exerce desde 2001 a sua atividade privada, sendo desde Julho de 2004 responsável pela gestão dos Laboratórios Cuf e Clínicas Cuf para a área de Patologia Clínica. Tem várias comunicações e publicações sobre assuntos da sua especialidade


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